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		<title>Imovision se prepara para estrear o nacional &#8220;Malês&#8221; nas telonas: &#8220;Esperança de um excelente resultado de público e bilheteria&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2025 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Portal Exibidor conversou com Jean-Thomas Bernardini, da Imovision, sobre o lançamento</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<div style="text-align: justify;">
<p><span style="font-weight: 400;">Dirigido e protagonizado por Antônio Pitanga, uma das lendas vivas da cinematografia nacional, </span><strong>Malês (Imovision) </strong><span style="font-weight: 400;">retrata a real jornada de resistência e coragem de dois jovens muçulmanos que são arrancados de sua terra natal na África e escravizados no Brasil. Enquanto lutam para se reencontrar, ambos se veem envolvidos na maior insurreição de escravizados da história do Brasil: a Revolta dos Malês. O Portal Exibidor conversou com Jean-Thomas Bernardini, fundador da </span><strong>Imovision</strong><span style="font-weight: 400;">, sobre o longa que estreia em 2 de outubro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“É um filme de enorme importância para o Brasil e, consequentemente, para todos os exibidores. Ele traz uma história real, cativante, que realmente aconteceu, e talvez o mais interessante seja que o público não sabe como ela termina, o que a torna ainda mais atraente. É um filme muito bem realizado, com um elenco sólido, experiente e de atuações impecáveis. É uma obra para todos e todas, de todas as idades”, comenta Jean-Thomas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Considerada uma das grandes apostas da história da Imovision, sua campanha de marketing tem a dimensão que o lançamento merece. O longa conta com o apoio decisivo de parceiros como a Globo Filmes e a Petrobras, ambos engajados pelo entusiasmo genuíno em relação ao projeto. Além disso, a Imovision está investindo de forma consistente em todas as janelas clássicas de promoção, além de articular parcerias estratégicas junto à comunidades negras e simpatizantes, entre muitos outros aliados fundamentais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“‘Malês’ chega como história viva, narrada por um quilombo artístico que se reúne para oferecer ao país uma obra que fala do passado e, sobretudo, do presente. Nossa estratégia de lançamento foi desenhada para transformar esse sentido em mobilização real até a estreia comercial em 2 de outubro”, explica o executivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O longa, aliás, recebeu uma exibição no Palácio da Alvorada, com a presença do Presidente da República, dos Ministérios da Cultura, da Comunicação, da Igualdade Racial e da Fundação Zumbi dos Palmares, que funciona como “chancela institucional” para </span><strong>Malês</strong><span style="font-weight: 400;">. Tal gesto projeta o filme nacionalmente como obra de interesse público e cultural, alinhada às políticas de memória e diversidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale ressaltar que a Imovision também firmou parcerias com universidades de todo o país, consolidando o eixo educacional da campanha. Desta forma, aproxima estudantes e docentes, posicionando </span><strong>Malês</strong><span style="font-weight: 400;"> como ferramenta pedagógica de reflexão e debate.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Esses movimentos dão lastro e circulação à obra, ampliam o reconhecimento e convertem interesse em público nas salas. É assim que ‘Malês’ se afirma. Depois de termos vários filmes importantes adiados ou cancelados por causa da pandemia, ‘Malês’ chega trazendo esperança de um excelente resultado de público e bilheteria, tanto para a Imovision quanto para os exibidores parceiros”, comemora Jean-Thomas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como ressaltado, o filme conta com direção e atuação de Antônio Pitanga, que, durante o Show de Inverno deste ano, ressaltou que está há 26 anos trabalhando para que </span><strong>Malês</strong><span style="font-weight: 400;"> saia do papel e que o longa possui uma narrativa de ser “uma história que a própria história não conta”. Assim, foram anos de pesquisa até o autor sentir que estava pronto para concluir o projeto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo Jean, tal dedicação demonstra o quão impactante é o longa, além de ressaltar a importância de trabalhar com alguém como Antônio Pitanga: “Essa seriedade torna o filme ainda mais relevante no contexto atual, em um país tão dividido. A obra mostra a importância da união, da luta por uma vida mais justa, melhor e fraterna. E está sendo um privilégio enorme conviver com essa lenda. Ele é sempre entusiasta, tem uma memória extraordinária sobre a história do país e carrega uma humildade e humanidade fora do comum”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, </span><strong>Malês</strong><span style="font-weight: 400;"> está estreando no melhor momento do cinema nacional nos últimos cinco anos, em que o market share para filmes nacionais está em 11%, segundo o </span><strong>Observatório do Cinema e do Audiovisual da Ancine</strong><span style="font-weight: 400;">, demonstrando que o público está interessado em filmes brasileiros com boas histórias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“‘Malês’ não poderia chegar em um momento mais favorável, com um público ávido por produções nacionais. Além disso, ele ajuda a gerar renda para as salas de cinema, que tanto precisam disso neste período de incerteza. ‘Malês’ será um parceiro importante para os exibidores a partir de 2 de outubro”, finaliza Jean-Thomas.</span></p>
</div>
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		<title>Sean Penn entra em “Manas” como produtor executivo e amplia força internacional do longa brasileiro</title>
		<link>https://exibidor.peakstudio2.dev/2025/09/10/sean-penn-entra-em-manas-como-produtor-executivo-e-amplia-forca-internacional-do-longa-brasileiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2025 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ator se junta a Walter Salles e irmãos Dardenne no apoio ao filme, que já acumula 26 prêmios e terá distribuição nos EUA pela KimStim</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">
<p><span style="font-weight: 400;">O ator e cineasta norte-americano Sean Penn, duas vezes vencedor do Oscar, é o mais novo nome de peso a integrar a equipe de </span><strong>Manas (Paris Filmes)</strong><span style="font-weight: 400;">, primeiro longa de ficção da diretora Marianna Brennand. Pré-selecionado para representar o Brasil no Oscar 2026, a produção conta ainda com o apoio de Walter Salles e dos irmãos Dardenne e acaba de garantir distribuição nos Estados Unidos pela </span><strong>KimStim</strong><span style="font-weight: 400;">, que lançará a produção em cerca de 20 cidades.</p>
<p></span>A entrada de Penn como produtor executivo reforça a trajetória internacional da obra, que já conquistou 26 prêmios em festivais ao redor do mundo e vem chamando atenção de críticos e distribuidores. O longa estreou comercialmente no Brasil em maio e segue expandindo sua presença no mercado global, agora com foco estratégico no público norte-americano.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Manas</span> <span style="font-weight: 400;">é profundamente visceral, comovente e importante. Depois de assistir ao filme, senti como se precisasse vestir novamente a minha própria pele”, afirmou Sean Penn, ressaltando a relevância da obra dentro da tradição social do cinema brasileiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A adesão de grandes nomes do cinema mundial, aliada ao reconhecimento em festivais como Veneza e Cannes, posiciona </span><strong>Manas</strong><span style="font-weight: 400;"> como uma das produções brasileiras mais fortes na corrida por visibilidade internacional. O investimento da </span><strong>KimStim</strong><span style="font-weight: 400;">, distribuidora especializada em cinema de arte, sinaliza o potencial da obra para dialogar com o público e a crítica nos Estados Unidos, mercado decisivo para a temporada do Oscar.</span></p>
<p>Rodado na Amazônia, o filme acompanha Marcielle, uma jovem de 13 anos da Ilha do Marajó (PA) que, diante de um contexto familiar abusivo, decide confrontar a engrenagem de violência que cerca as mulheres à sua volta. O elenco reúne a estreante Jamilli Correa, Dira Paes, Fátima Macedo e Rômulo Braga, além de atores locais.</p>
<p>Com uma pesquisa iniciada há mais de uma década, Brennand encontrou na ficção a forma de abordar casos de exploração sexual na região amazônica sem expor diretamente vítimas reais. O projeto, inicialmente pensado como documentário, amadureceu em um registro ficcional de forte impacto social e estético.</p>
<p><strong><span style="font-weight: 400;">Com a estratégia de lançamento nos Estados Unidos e o apoio de nomes influentes do cinema, </span><strong>Manas</strong><span style="font-weight: 400;"> se consolida como um dos principais destaques brasileiros no circuito internacional de 2025 e 2026.</span></strong></p>
</div>
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		<title>Novo longa da Pandora Filmes, “Sonhar com Leões” põe o tema eutanásia em evidência e instiga debate</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2025 18:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estrelada por Denise Fraga, coprodução entre Brasil, Portugal e Espanha chega aos cinemas depois de amanhã (11)</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><strong>Portal Exibidor </strong><span style="font-weight: 400;">entrevistou a equipe de </span><strong>Sonhar com Leões (Pandora Filmes)</strong><span style="font-weight: 400;">, novo longa protagonizado pela atriz Denise Fraga, em uma comédia corajosa que aborda o tema da eutanásia. Dirigido e roteirizado por Paolo Marinou-Blanco, a história tragicômica acompanha a jornada de Gilda, personagem que tem diagnóstico terminal e que decide buscar uma forma digna de morrer. Marcado para estrear no próximo dia 11 de setembro, o longa é coproduzido por Brasil, Portugal e Espanha, ampliando seu alcance dentro e fora do país.</p>
<p></span><span style="font-weight: 400;">Inspirado pela experiência pessoal de Paolo Marinou-Blanco diante da morte do pai, </span><strong>Sonhar com Leões</strong><span style="font-weight: 400;"> parte de histórias íntimas para falar de escolhas universais. No longa, Gilda descobre que tem apenas um ano de vida e, entre tentativas frustradas de suicídio e encontros improváveis, cruza o caminho de Amadeu, também em estado terminal. Juntos, embarcam numa jornada tragicômica que questiona limites, afeto e a possibilidade de decidir como — e quando — se despedir.</p>
<p></span>Com um elenco que reúne Denise Fraga, João Nunes Monteiro, Joana Ribeiro, Sandra Faleiro, entre outros, o cerne do filme é a eutanásia, onde o diretor parece buscar retratar com crítica social em diversos momentos — seja do acesso desigual à medicina à lógica economicista que atravessa o cuidado. O filme também tangencia saúde mental ao problematizar o que significa “estar doente” e quem deve decidir os limites do sofrimento. Além de encarar um ponto sensível: falar de morte é tabu em boa parte do mundo ocidental, e justamente por isso a conversa precisa sair da sombra.</p>
<p>“O filme vai ser lançado no Brasil inteiro em 130 salas, que é uma coisa grande para a Pandora, bastante ousada. Essa união de forças, com Capuri Filmes aqui no Brasil, Darya Films e Promenade Films de Portugal e Cinética Filmes da Espanha, mostra como é vigoroso quando a gente consegue fazer cinema”, observa Denise.</p>
<p>As diferenças de métodos de trabalho entre equipes de países distintos exigiram soluções criativas para cronograma, orçamento e coordenação técnica, resultando em produções mais consistentes, confiáveis e sustentáveis para todos os elos da cadeia cinematográfica.</p>
<p>“A coprodução é orgânica, reunindo talentos e técnicos dos três países e acessando diferentes mecanismos de fomento e circulação, seja nas cotas de tela e benefícios locais. A estratégia amplia a competitividade do título no circuito comercial, depois de validar público e conversa crítica no circuito de festivais”, celebra Paolo durante a entrevista.</p>
<p>Mais do que unir talentos, a colaboração entre profissionais de contextos culturais distintos trouxe um olhar renovado sobre o desenvolvimento do filme. Essa diversidade não apenas eleva a qualidade estética e técnica da entrega final, como fortalece o posicionamento do título no mercado internacional, mostrando que coproduções podem gerar valor artístico e comercial simultaneamente.</p>
<p>“A gente teve sorte, mas foi maravilhosa essa mistura de culturas, de equipes e de elenco. Você aprende muito ao ser confrontado com uma estética de trabalho diferente da sua”, comenta Paolo ao falar da experiência de compartilhar a produção, trazendo também um olhar sobre os desafios logísticos, mas também qualidade e riqueza estética.</p>
<p>A recepção em países culturalmente distantes, do México à Arábia Saudita, indica que a experiência coletiva da sala potencializa a empatia e a interpretação do filme: a interação entre os espectadores acrescenta novas camadas à obra, ao mesmo tempo em que contribui para gerar debates relevantes e ampliar sua presença em diferentes mídias.</p>
<p>Ao revelar que a intenção também era abordar questões de eutanásia, saúde mental e desigualdade no acesso à medicina, o diretor provoca reflexão, extremamente importante para desmistificar determinados tabus. “Incitar debate sobre legislar ou pensar em eutanásia de forma consciente”, explica Paolo.</p>
<p>“A sala é um lugar para você se reconhecer… e a arte serve para recuperar o fascínio pela existência. Essa dimensão compartilhada em que um riso puxa outro, e um choro encoraja o outro a chorar, ajuda a abrir espaço para falar sobre um tema difícil, reforçando o papel da exibição em sala como lugar de mediação emocional e social”, completa Denise.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A respeito do momento que entra em cartaz, o diretor celebra: “Lançar o filme neste momento é ótimo, porque coincide com a ótima recepção em Gramado”, avalia Paolo Marinou-Blanco. Para o produtor de </span><strong>Sonhar com Leões</strong><span style="font-weight: 400;">, Eduardo Capuri, a trajetória também se apoia em uma engenharia de coprodução que inclui </span><strong>Ancine </strong><span style="font-weight: 400;">— com o Fundo Setorial do Audiovisual — e o </span><strong>Eurimages</strong><span style="font-weight: 400;">, principal fundo de coprodução europeu.</p>
<p></span>“Esse modelo de financiamento fortalece não apenas a obra, mas a cadeia produtiva audiovisual, mostrando como coproduções bem estruturadas aumentam competitividade e visibilidade no mercado. Isso amplia o impacto do filme, não só no Brasil, mas globalmente”, aponta Eduardo.</p>
<p>A recepção positiva em festivais e a interação do público demonstram que o filme tem potencial de performance nas salas de cinema, ao mesmo tempo em que mantém relevância crítica. A capacidade de provocar debates importantes potencializa o valor do título tanto para distribuidores quanto para parceiros comerciais.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre humor ácido, recursos formais que convidam o público para dentro da narrativa e um desenho de coprodução competitivo, </span><strong>Sonhar com Leões </strong><span style="font-weight: 400;">conecta mercado e debate público. É um filme que organiza uma conversa madura sobre autonomia e cuidado, sem abrir mão de provocar quem assiste.</p>
<p></span><strong>Sonhar com Leões</strong><span style="font-weight: 400;"> construiu sua carreira em festivais, como Tallinn Black Nights (Estônia), Red Sea (Arábia Saudita), Guadalajara (México) e em Gramado (Brasil) —, consolidando a circulação internacional antes do lançamento no Brasil. A </span><strong>Pandora Filmes</strong><span style="font-weight: 400;"> assina a distribuição nacional, com estreia em 11 de setembro.</span></p>
</div>
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		<title>“Father Mother Sister Brother” e novo filme de The Rock são destaques em Festival de Veneza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 19:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O festival reafirma sua tradição de premiar criatividade e diversidade, conectando arte, inovação e relevância internacional, sendo estratégico para todos os players envolvidos</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">
<p><span style="font-weight: 400;">O 82º </span><strong>Festival Internacional de Cinema de Veneza </strong><span style="font-weight: 400;">encerrou-se no último sábado (6) com destaques que impactam tanto artisticamente quanto comercialmente. </span><strong>Father Mother Sister Brother (MUBI)</strong><span style="font-weight: 400;">, de Jim Jarmusch, conquistou o Leão de Ouro, enquanto Benny Safdie levou o Leão de Prata de Melhor Direção por </span><strong>Coração de Lutador – The Smashing Machine (Diamond Films)</strong><span style="font-weight: 400;">. O Grande Prêmio do Júri ficou com </span><strong>The Voice of Hind Rajab</strong><span style="font-weight: 400;">, de Kaouther Ben Hania, conforme informações do The Hollywood Reporter e Omelete.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A arte pode gerar empatia, que é o primeiro passo para resolvermos nossos problemas”, afirmou Jim Jarmusch, ao subir no palco para receber o Leão de Ouro por </span><strong>Father Mother Sister Brother</strong><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><strong>Father Mother Sister Brother</strong><span style="font-weight: 400;">, ainda sem distribuição no Brasil, é da </span><strong>Mubi</strong><span style="font-weight: 400;"> e ele foi o principal premiado da noite, sendo laureado com o Leão de Ouro. Conta um elenco composto por Cate Blanchett, Adam Driver, Mayim Bialik, Tom Waits e entre outros, sendo uma comédia dramática antológica que aborda as complexas relações familiares em três histórias interligadas, ambientadas nos EUA, Irlanda e França.</span></p>
<p><strong><strong><br /></strong></strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E, falando de prêmio, Benny Safdie chamou o seu — de Melhor Direção —, de “sonho realizado” e exaltou sua “parceria fraternal” com Dwayne Johnson, por </span><strong>Coração de Lutador &#8211; The Smashing Machine (Diamond Films)</strong><span style="font-weight: 400;">. Produzido pela </span><strong>A24</strong><span style="font-weight: 400;">, o novo longa de Benny Safdie — que também assina o roteiro — acompanha a trajetória de Mark Kerr, lenda do MMA. Interpretado por Dwayne Johnson, o lutador viveu o auge da fama nos anos 1990 e 2000, consolidando-se como uma das maiores referências do esporte, enquanto lidava com duras batalhas pessoais fora do octógono.</p>
<p></span>O elenco ainda conta com Emily Blunt como companheira do protagonista, também contando com nomes de destaque do universo das lutas, como Ryan Bader, Oeksandr Usyk e o brasileiro Roberto “Cyborg” Abreu. O longa estreia no Brasil em 2 de outubro.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Grande Prêmio do Júri, por sua vez, foi concedido ao drama palestino </span><strong>The Voice of Hind Rajab (Mubi)</strong><span style="font-weight: 400;">, de Kaouther Ben Hania. O filme retrata a história real da morte de Hind, uma menina de cinco anos na Faixa de Gaza, e o impacto devastador de sua perda na comunidade. Ben Hania dedicou o prêmio à Sociedade da Cruz Vermelha Palestina e às equipes de primeiros socorros locais, destacando a urgência de justiça e responsabilidade.</p>
<p></span><strong>Below the Clouds</strong><span style="font-weight: 400;"> ficou com o Prêmio Especial do Júri no documentário do italiano Gianfranco Rosi que combina imagens contemporâneas e históricas para explorar a vida moderna em meio aos resquícios de civilizações antigas. A produção foi celebrada por sua profundidade e abordagem contemplativa, oferecendo uma reflexão sobre como sociedades se reconstroem e sobrevivem aos legados do passado.</p>
<p></span><span style="font-weight: 400;">A Coppa Volpi, como são chamadas as vencedoras por atuação feminina no Festival de Veneza, de Melhor Atriz, foi entregue à chinesa Xin Zhilei, por sua performance em </span><strong>The Sun Rises on Us All</strong><span style="font-weight: 400;">. Dirigido por Cai Shangjun, o drama acompanha personagens em situações extremas, e a atuação de Xin foi elogiada pela intensidade e autenticidade emocional.</p>
<p></span><span style="font-weight: 400;">Toni Servillo, ator italiano que também tem carreira no teatro, foi laureado como Melhor Ator por sua performance em </span><strong>La Grazia</strong><span style="font-weight: 400;">. No filme de Paolo Sorrentino, o ator interpreta o presidente da Itália, equilibrando humor e humanidade em uma narrativa introspectiva e delicada.</p>
<p></span><span style="font-weight: 400;">O prêmio de Melhor Roteiro ficou com </span><strong>À Pied d’Oeuvre</strong><span style="font-weight: 400;">, de Valérie Donzelli e Gilles Marchand. A produção francesa acompanha uma fotógrafa bem-sucedida que abandona tudo para perseguir o sonho de se tornar escritora, explorando conflitos internos e escolhas de vida.</p>
<p></span><span style="font-weight: 400;">O Prêmio Marcello Mastroianni, destinado à melhor jovem atriz ou ator, foi entregue à suíça Luna Wedler por sua atuação em </span><strong>Silent Friend</strong><span style="font-weight: 400;">. Dirigido por Ildikó Enyedi, o filme acompanha a jornada sensível de uma jovem em situações complexas e emotivas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fundado em 1932, o Festival de Veneza é um dos responsáveis por alavancar direitos de distribuição, promover negócios e destacar produtoras e distribuidoras independentes de alto impacto, funcionando como vitrine para vendas internacionais, parcerias e tendências emergentes no setor, reforçando seu papel como um importante interlocutor estratégico para o mercado audiovisual global. </span></p>
<p><strong>Lista geral dos vencedores do Festival de Veneza:</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; Leão de Ouro</span><span style="font-weight: 400;">:</span> <strong>Father Mother Sister Brother</strong><span style="font-weight: 400;">, de Jim Jarmusch (EUA / França / Irlanda)</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; Grande Prêmio do Júri</span><span style="font-weight: 400;">:</span> <strong>The Voice of Hind Rajab</strong><span style="font-weight: 400;">, de Kaouther Ben Hania (Tunísia / França / Alemanha)</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; Leão de Prata</span><span style="font-weight: 400;">:</span><span style="font-weight: 400;"> Melhor Diretor: Benny Safdie por </span><strong>The Smashing Machine (EUA)</strong></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; Prêmio Especial do Júri</span><span style="font-weight: 400;">:</span> <strong>Below the Clouds</strong><span style="font-weight: 400;">, de Gianfranco Rosi (Itália)</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; Melhor Ator</span><span style="font-weight: 400;">:</span><span style="font-weight: 400;"> Toni Servillo por </span><strong>La Grazia</strong><span style="font-weight: 400;"> (Itália)</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; Melhor Atriz</span><span style="font-weight: 400;">:</span><span style="font-weight: 400;"> Xin Zhilei por </span><strong>The Sun Rises on Us All </strong><span style="font-weight: 400;">(China)</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; Melhor Roteiro</span><span style="font-weight: 400;">:</span><span style="font-weight: 400;"> Valérie Donzelli &amp; Gilles Marchand por </span><strong>À Pied d’Oeuvre </strong><span style="font-weight: 400;">(França)</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; Prêmio Marcello Mastroianni (Melhor Jovem Ator/Atriz)</span><span style="font-weight: 400;">:</span><span style="font-weight: 400;"> Luna Wedler por </span><strong>Silent Friend </strong><span style="font-weight: 400;">(Alemanha, França, Hungria)</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; Armani Beauty Audience Award</span><span style="font-weight: 400;">:</span> <strong>Calle Málaga</strong><span style="font-weight: 400;">, de Maryam Touzani (Marrocos e França)</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; Prêmio Lion of the Future (Melhor Filme de Estreia)</span><span style="font-weight: 400;">:</span> <strong>Short Summer</strong><span style="font-weight: 400;">, de Nastia Korki (Finlândia)</span></li>
</ul>
<p><strong>Horizons Section</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; Melhor Filme: </span><strong>En El Camino</strong><span style="font-weight: 400;">, de David Pablos (México)</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; Prêmio Especial do Júri</span><span style="font-weight: 400;">:</span> <strong>Lost Land</strong><span style="font-weight: 400;">, de Akio Fujimoto (Japão, França, Malásia e Alemanha)</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; Melhor Diretor</span><span style="font-weight: 400;">:</span><span style="font-weight: 400;"> Anuparna Roy por </span><strong>Songs of the Forgotten Trees </strong><span style="font-weight: 400;">(Índia)</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; Melhor Roteiro</span><span style="font-weight: 400;">:</span><span style="font-weight: 400;"> Ana Cristina Barragán por </span><strong>Hiedra </strong><span style="font-weight: 400;">(Equador, México, França e Espanha)</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; Melhor Atriz</span><span style="font-weight: 400;">:</span><span style="font-weight: 400;"> Benedetta Porcaroli por </span><strong>Il Rapimento di Arabella</strong><span style="font-weight: 400;"> (Itália)</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; Melhor Ator</span><span style="font-weight: 400;">:</span><span style="font-weight: 400;"> Giacomo Covi por </span><strong>Un Anno di Scuola </strong><span style="font-weight: 400;">(Itália, França)</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; Melhor Curta-Metragem</span><span style="font-weight: 400;">:</span> <strong>Without Kelly</strong><span style="font-weight: 400;">, de Lovisa Sirén (Suécia)</span></li>
</ul>
<p><strong>Venice Classics</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; Melhor Documentário sobre Cinema</span><span style="font-weight: 400;">:</span> <strong>Mata Hari</strong><span style="font-weight: 400;">, de Joe Beshenkovsky e James A. Smith (EUA)</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; Melhor Filme Restaurado</span><span style="font-weight: 400;">:</span> <strong>Bashu the Little Stranger</strong><span style="font-weight: 400;">, de Bahram Beyzaie (Irã)</span></li>
</ul>
<p><strong>Venice Immersive</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; Venice Immersive Achievement Prize</span><span style="font-weight: 400;">:</span> <strong>The Long Goodbye</strong><span style="font-weight: 400;">, de Victor Maes e Kate Voet (Bélgica, Luxemburgo e Países Baixos)</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; Prêmio Especial do Júri</span><span style="font-weight: 400;">:</span> <strong>Less Than 5gr of Saffron</strong><span style="font-weight: 400;">, de Négar Motevalymeidanshah (França)</span></li>
</ul>
<p><strong><span style="font-weight: 400;">&#8211; Grande Prêmio</span><span style="font-weight: 400;">:</span> <strong>The Clouds Are Two Thousand Meters Up</strong><span style="font-weight: 400;">, de Singing Chen e Shuping Lee (Taiwan)</span></strong></div>
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			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Invocação do Mal: O Último Ritual&#8221; faz 2ª maior abertura do ano no Brasil e alcança série de recordes aqui e no resto do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 19:37:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Longa de terror se tornou a maior estreia de terror de todos os tempos no Brasil e maior estreia da Warner em 2025</p>
<p>O post <a href="https://exibidor.peakstudio2.dev/2025/09/08/invocacao-do-mal-o-ultimo-ritual-faz-2a-maior-abertura-do-ano-no-brasil-e-alcanca-serie-de-recordes-aqui-e-no-resto-do-mundo/">&#8220;Invocação do Mal: O Último Ritual&#8221; faz 2ª maior abertura do ano no Brasil e alcança série de recordes aqui e no resto do mundo</a> apareceu primeiro em <a href="https://exibidor.peakstudio2.dev">Exibidor</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Após algumas semanas em baixa, a </span><strong>Semana do Cinema </strong><span style="font-weight: 400;">deu novo fôlego aos exibidores brasileiros. E, no embalo da recuperação que começou no último final de semana, </span><strong>Invocação do Mal: O Último Ritual (Warner)</strong><span style="font-weight: 400;"> levou quase 2 milhões de espectadores aos cinemas para se tornar a segunda maior abertura do ano no Brasil. O terror, aliás, atingiu uma série de marcas notáveis em nosso país e também no exterior. As informações são da </span><strong>Comscore</strong><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Começando a conversa pelo nosso quintal, os 1,91 milhão de ingressos vendidos por </span><strong>Invocação do Mal 4</strong><span style="font-weight: 400;"> se tornou: a maior estreia de terror de todos os tempos ao superar </span><strong>A Freira (Warner)</strong><span style="font-weight: 400;">, que vendeu 1,6 milhão de ingressos em 2018; a maior estreia da </span><strong>Warner</strong><span style="font-weight: 400;"> em 2025, ao superar </span><strong>Um Filme Minecraft</strong><span style="font-weight: 400;"> (1,4 milhão); a segunda maior abertura do ano, ficando atrás apenas de </span><strong>Lilo &amp; Stitch (Disney)</strong><span style="font-weight: 400;">, que levou 2,7 milhões de pessoas aos cinemas; e a quarta maior abertura de todos os tempos da </span><strong>Warner</strong><span style="font-weight: 400;">, empatado com </span><strong>Liga da Justiça </strong><span style="font-weight: 400;">(2017) e à frente de </span><strong>Coringa</strong><span style="font-weight: 400;"> (2019), ambos com 1,7 milhão de ingressos vendidos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Parabéns pela abertura de &#8216;Invocação do Mal: O Último Ritual&#8217;. Quase dois milhões de pessoas! A maior abertura de um filme de terror da história, a segunda maior abertura do ano na indústria e uma das maiores da Warner de todos os tempos. Incrível! Parabéns a vocês, exibidores, e a todo o nosso time, vocês arrasaram&#8221;, disse Hernán Viviano, diretor-geral da </span><strong>Warner</strong><span style="font-weight: 400;"> no Brasil, em mensagem aos exibidores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Prova de como o desempenho de </span><strong>Invocação do Mal</strong><span style="font-weight: 400;"> foi excepcional, é que durante todo o mês de setembro de 2024, 5,5 milhões de pessoas foram aos cinemas no Brasil. Em apenas quatro dias, o novo filme de terror da </span><strong>Warner</strong><span style="font-weight: 400;"> já fez 36% de todo o mês do ano passado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os filmes de terror, aliás, estão se mostrando uma excelente alternativa aos exibidores para atrair o público. Além dos números impressionantes de </span><strong>Invocação do Mal</strong><span style="font-weight: 400;">, outros dois filmes do gênero figuraram entre os 10 mais assistidos nos cinemas brasileiros durante o final de semana: </span><strong>A Hora do Mal (Warner)</strong><span style="font-weight: 400;"> e </span><strong>Faça Ela Voltar (Sony)</strong><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para fechar os destaques das bilheterias brasileiras, é impossível não destacar o cinema nacional. Depois de estarem ausentes das listas dos filmes mais vistos durante algumas semanas, os filmes tupiniquins voltam a mostrar sua força. Logo em seu final de semana de estreia, </span><strong>O Rei da Feira (Imagem Filmes)</strong><span style="font-weight: 400;"> já foi o quarto filme mais assistido, e o vencedor do Urso de Para em Berlim, </span><strong>O Último Azul (Vitrine Filmes)</strong><span style="font-weight: 400;">, também se colocou entre os filmes que figuram no ranking semanal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na América do Norte, o cenário não foi diferente e </span><strong>Invocação do Mal</strong><span style="font-weight: 400;"> também atingiu uma série de marcos notáveis. Para começar, o filme se tornou a terceira maior estreia de terror da região ao arrecadar US$ 83 milhões e ficar atrás apenas de </span><strong>IT: A Coisa </strong><span style="font-weight: 400;">(2017)</span> <span style="font-weight: 400;">e </span><strong>IT Capítulo Dois </strong><span style="font-weight: 400;">(2019), que arrecadaram US$ 123 milhões e US$ 91 milhões respectivamente. Além disso, apenas os dias de estreia de </span><strong>Invocação do Mal</strong><span style="font-weight: 400;"> foram suficientes para superar (ou chegar muito próximo disso) a bilheteria total de cinco dos nove filmes já lançados da franquia que também incluiu </span><strong>A Freira</strong><span style="font-weight: 400;"> e </span><strong>Annabelle</strong><span style="font-weight: 400;">:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>A Freira 2</strong><span style="font-weight: 400;"> | US$ 86,27 milhões em toda sua campanha</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Annabelle</strong><span style="font-weight: 400;"> | US$ 84,27 milhões em toda sua campanha</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Invocação do Mal: O Último Ritual</strong><span style="font-weight: 400;"> | US$ 83 milhões em sua estreia</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Annabelle 3</strong><span style="font-weight: 400;"> | US$ 74,15 milhões em toda sua campanha</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio</strong><span style="font-weight: 400;"> | US$ 65,6 milhões em toda sua campanha</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>A Maldição da Chorona</strong><span style="font-weight: 400;"> | US$ 54,7 milhões em toda sua campanha</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Os excelentes números, aliás, confirmam o excelente momento da </span><strong>Warner</strong><span style="font-weight: 400;"> na América do Norte. Em 2025 a distribuidora já fez oito de suas estreias chegarem aos cinemas liderando as bilheterias e, além disso, </span><strong>Invocação do Mal 4</strong><span style="font-weight: 400;"> é a sétima estreia consecutiva da </span><strong>Warner</strong><span style="font-weight: 400;"> que arrecada mais de US$ 40 milhões logo na abertura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, fica mais do que evidente que a </span><strong>Warner</strong><span style="font-weight: 400;"> está sabendo surfar no sucesso de filmes de terror como poucos. Contando também com </span><strong>Pecadores</strong><span style="font-weight: 400;">, </span><strong>A Hora do Mal</strong><span style="font-weight: 400;"> e </span><strong>Premonição 6: Laços de Sangue</strong><span style="font-weight: 400;">, a distribuidora detém os quatro maiores sucessos de bilheteria de 2025 dentro do gênero. O terror, aliás, já arrecadou US$ 933,5 milhões em 2025 e é o terceiro gênero de maior sucesso no ano, 15% de participação total no mercado. Muito em breve, inclusive, a arrecadação deve superar US$ 1 bilhão e o restante do ano ainda contará com o lançamento de outras grandes apostas como </span><strong>A Longa Marcha: Caminhe ou Morra (Paris Filmes)</strong><span style="font-weight: 400;">, </span><strong>Predador: Assassino de Assassinos (Disney)</strong><span style="font-weight: 400;">, </span><strong>Os Estranhos &#8211; Capítulo 2 (Paris Filmes)</strong><span style="font-weight: 400;">, </span><strong>Five Nights At Freddy´s 2 (Universal)</strong><span style="font-weight: 400;">, entre outros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Globalmente, com o Brasil sendo o quarto território de maior bilheteria, atrás de América do Norte, México e Reino Unido, </span><strong>Invocação do Mal: O Último Ritual</strong><span style="font-weight: 400;"> também foi sucesso absoluto. Com uma arrecadação total de US$ 187 milhões, os US$ 104 milhões fora da América do Norte fizeram o longa se tornar a maior estreia de terror da história ao superar </span><strong>IT Capítulo Dois (US$ 92 milhões)</strong><span style="font-weight: 400;">. A receita total de US$ 187 milhões também coloca o filme acima de </span><strong>Nosferatu (Universal)</strong><span style="font-weight: 400;"> e </span><strong>Extermínio: A Evolução (Sony)</strong><span style="font-weight: 400;">, que arrecadaram US$ 181,8 milhões e US$ 150,1 milhões respectivamente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, dentro do &#8220;Invocaverso&#8221; e considerando as sagas </span><strong>A Freira</strong><span style="font-weight: 400;"> e </span><strong>Annabelle</strong><span style="font-weight: 400;">, o novo filme já superou toda a campanha de </span><strong>A Maldição da Chorona</strong><span style="font-weight: 400;"> (US$ 123,2 milhões) e muito em breve deverá ultrapassar </span><strong>Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio</strong><span style="font-weight: 400;"> (US$ 206,4 milhões). A maior receita da franquia, vale destacar, é </span><strong>A Freira</strong><span style="font-weight: 400;">, que arrecadou US$ 366 milhões em 2018.</span></p>
<p><strong>Brasil</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O gigante acordou e, impulsionado por </span><strong>Invocação do Mal: O Último Ritual</strong><span style="font-weight: 400;">, que foi responsável por 81,62% de todo o público presente nos cinemas, o Brasil registrou seu 5ª melhor final de semana de 2025 com um total de 2,34 milhões de espectadores nos cinemas que geraram uma renda de R$ 52,47 milhões. </span><strong>Invocação do Mal</strong><span style="font-weight: 400;"> foi o grande destaque, com uma impressionante abertura de 1,91 milhão de ingressos vendidos que foram suficientes para superar (por muito) </span><strong>Quarteto Fantástico: Primeiros Passos (Disney)</strong><span style="font-weight: 400;"> e </span><strong>Os Caras Malvados 2 (Universal)</strong><span style="font-weight: 400;">, que fecharam o pódio com públicos de 88,46 mil e 79,22 mil respectivamente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na sequência uma estreia foi responsável por colocar filmes nacionais mais uma vez entre os principais destaques das bilheterias, e </span><strong>O Rei da Feira</strong><span style="font-weight: 400;"> se destacou com 45,29 mil ingressos vendidos. A partir daí, a disputa foi bem apertada e quatro filmes foram separados por uma diferença de menos de 4 mil ingressos:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Uma Sexta-feira Mais Louca Ainda! (Disney)</strong><span style="font-weight: 400;"> | 23,43 mil ingressos</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>A Vida de Chuck (Diamond)</strong><span style="font-weight: 400;"> | 22,17 mil ingressos</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>A Hora do Mal</strong><span style="font-weight: 400;"> | 20,92 mil ingressos</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>O Último Azul</strong><span style="font-weight: 400;"> | 19,82 mil ingressos</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Fechando o ranking dos filmes mais assistidos aparecem </span><strong>Os Roses: Até Que a Morte os Separe (Disney)</strong><span style="font-weight: 400;"> e </span><strong>Faça Ela Voltar</strong><span style="font-weight: 400;">, que conseguiram públicos de 12,92 mil e 15,36 mil respectivamente.</span></p>
<p><strong>América do Norte</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na América do Norte, </span><strong>Invocação do Mal</strong><span style="font-weight: 400;"> reinou sozinho ao arrecadar US$ 83 milhões e a única outra produção que superou a marca de US$ 10 milhões foi uma grata surpresa. </span><strong>Hamilton (Disney)</strong><span style="font-weight: 400;">, a versão filmada do grande sucesso original da Broadway que apresenta a história de Alexander Hamilton, arrecadou justamente US$ 10 milhões para ficar em segundo lugar. </span><strong>A Hora do Mal</strong><span style="font-weight: 400;"> fechou o pódio com seus US$ 5,37 milhões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sem nenhuma grande surpresa ou destaque, o restante do ranking ficou:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Uma Sexta-feira Mais Louca Ainda!</strong><span style="font-weight: 400;"> | US$ 3,8 milhões</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Ladrões (Sony)</strong><span style="font-weight: 400;"> | US$ 3,2 milhões</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Os Roses</strong><span style="font-weight: 400;"> | US$ 2,8 milhões</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Quarteto Fantástico</strong><span style="font-weight: 400;"> | US$ 2,75 milhões</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Os Caras Malvados 2</strong><span style="font-weight: 400;"> | US$ 2,45 milhões</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Light of the World</strong><span style="font-weight: 400;"> (sem distribuição no Brasil) | US$ 2,4 milhões</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Superman</strong><span style="font-weight: 400;"> | US$ 1 milhão</span></li>
</ul>
<p><strong>Global</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O último final de semana não proporcionou grandes bilheterias ou destaques globais, com exceção de </span><strong>Invocação do Mal</strong><span style="font-weight: 400;"> que liderou com uma arrecadação de US$ 187 milhões. O terror, aliás, teve a companhia de duas produções asiáticas no pódio: o japonês </span><strong>Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba &#8211; Castelo Infinito (Sony)</strong><span style="font-weight: 400;">, que faturou US$ 12,39 milhões, e o chinês </span><strong>The Shadow&#8217;s Edge</strong><span style="font-weight: 400;">, que fechou o pódio com US$ 11,89 milhões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sem nenhuma grande surpresa ou destaque, o restante do ranking ficou:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Hamilton</strong><span style="font-weight: 400;"> | US$ 10 milhões</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>A Hora do Mal</strong><span style="font-weight: 400;"> | US$ 9,97 milhões</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Os Roses</strong><span style="font-weight: 400;"> | US$ 8,6 milhões</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Os Caras Malvados 2</strong><span style="font-weight: 400;"> | US$ 8,38 milhões</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Nobody</strong><span style="font-weight: 400;"> (China) | US$ 8,22 milhões</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Madharaasi</strong><span style="font-weight: 400;"> (Índia) | US$ 7,24 milhões</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><strong><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Uma Sexta-feira Mais Louca Ainda!</strong><span style="font-weight: 400;"> | US$ 6,4 milhões</span></strong></li>
</ul>
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		<title>Festival do Rio 2025 anuncia os filmes selecionados para a Première Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 19:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinemacon]]></category>
		<guid isPermaLink="false"></guid>

					<description><![CDATA[<p>Première Brasil anuncia 75 longas nacionais em sua seleção, a maior da história do Festival</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">
<p><span style="font-weight: 400;">A 27° edição do </span><strong>Festival do Rio </strong><span style="font-weight: 400;">apresentou, na semana passada, os selecionados para a Première Brasil, a com o maior número de longa-metragens da história do festival, com 124 títulos, somando longas, médias e curtas. A seleção está dividida nas mostras competitivas Competição Principal e Competição Novos Rumos &#8211; que concorrem ao Troféu Redentor; e nas seleções especiais Hors-Concours, Clássicos Restaurados, Retratos, Programa Geração, Midnight Movies, Especial Séries Brasileiras e O Estado das Coisas. Esta última, recebe ainda uma edição especial com uma curadoria de filmes com temas relacionados à COP-30.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No total, foram 320 longas e 1000 curtas inscritos no Festival do Rio, com 48 concorrendo ao Troféu Redentor, 76 filmes hors-concours, 54 estreias mundiais e quatro séries brasileiras. Assim, o evento busca valorizar a presença do talento nacional também em outras telas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Première Brasil promove a formação de público com a realização de sessões e debates abertos ao público com elenco e equipe dos filmes, com ingressos a preços populares, além de sessões de gala para convidados e público. As sessões populares com debates são realizadas no clássico Cine Odeon &#8211; CCLSR, localizado na Cinelândia, região Central da Cidade e proporcionam uma troca com o público, para além das telas dos cinemas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em sua 27ª edição, o Festival do Rio ocupará diversos espaços na cidade, além do tradicional circuito de cinemas comerciais. Os cinemas do circuito CineCarioca da Prefeitura e alguns Parques Municipais receberão uma programação especial do Festival, que promete agradar aos mais variados gostos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A sede do festival segue no Armazém da Utopia, no Cais do Porto do Rio de Janeiro, um espaço de cinco mil metros quadrados, onde será oferecida uma programação especial de encontros e debates para o público mediante inscrição prévia on-line, sempre divulgada no site do festival e em suas redes sociais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A sede do Festival também abrigará o RioMarket &#8211; área de mercado e negócios do Festival &#8211; e receberá centenas de profissionais do audiovisual brasileiro e internacional. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“O Festival do Rio reafirma a nossa cidade como capital do audiovisual na América Latina. É uma vitrine da diversidade e da potência do cinema brasileiro, que aproxima grandes obras e novos talentos do público, formando plateias e fortalecendo a nossa identidade cultural. Ao mesmo tempo, movimenta a economia, gera empregos e projeta o Rio para o mundo. Por isso, apoiar o Festival é para nós investir em cultura, em inclusão e no futuro da cidade”, diz Leonardo Edde, Presidente da RioFilme.</span></p>
<p><strong>PREMIERE BRASIL FICÇÃO</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>A Vida de Cada Um</strong><span style="font-weight: 400;">, de Murilo Salles </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Ato Noturno</strong><span style="font-weight: 400;">, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Coração das Trevas</strong><span style="font-weight: 400;">, de Rogério Nunes </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Cyclone</strong><span style="font-weight: 400;">, de Flavia Castro </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Dolores</strong><span style="font-weight: 400;">, de Maria Clara Escobar e Marcelo Gomes </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Love Kills</strong><span style="font-weight: 400;">, de Luiza Shelling Tubaldini</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Pequenas Criaturas</strong><span style="font-weight: 400;">, de Anne Pinheiro Guimarães </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Ruas da Glória</strong><span style="font-weight: 400;">, de Felipe Sholl </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Quase Deserto</strong><span style="font-weight: 400;">, de José Eduardo Belmonte </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Virtuosas</strong><span style="font-weight: 400;">, de Cíntia Domit Bittar </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>#SalveRosa</strong><span style="font-weight: 400;">, de Susanna Lira </span></li>
</ul>
<p><strong>PREMIERE BRASIL DOCUMENTÁRIO</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Amuleto</strong><span style="font-weight: 400;">, de Igor Barradas e Heraldo HB </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Apolo</strong><span style="font-weight: 400;">, de Tainá Müller e Isis Broken </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Cheiro de Diesel</strong><span style="font-weight: 400;">, de Natasha Neri e Gizele Martins </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Honestino</strong><span style="font-weight: 400;">, de Aurélio Michiles </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Massa Funkeira</strong><span style="font-weight: 400;">, de Ana Rieper </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Meu Coração Neste Pedacinho Aqui &#8211; Dona Onete</strong><span style="font-weight: 400;">, de Mini Kerti </span></li>
</ul>
<p><strong>PREMIERE BRASIL NOVOS RUMOS </strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Cartas Para…</strong><span style="font-weight: 400;">, de Vânia Lima </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Criadas</strong><span style="font-weight: 400;">, de Carol Rodrigues</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Espelho Cigano</strong><span style="font-weight: 400;">, de João Borges </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Eu Não Te Ouço</strong><span style="font-weight: 400;">, de Caco Ciocler </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Herança de Narcisa</strong><span style="font-weight: 400;">, de Clarissa Appelt e Daniel Dias </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Nada a Fazer</strong><span style="font-weight: 400;">, de Leandra Leal </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Timidez</strong><span style="font-weight: 400;">, de Susan Kalik e Thiago Gomes Rosa </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Uma em Mil</strong><span style="font-weight: 400;">, de Jonatas Rubert e Tiago Rubert </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Uma Baleia Pode Ser Dilacerada Como uma Escola de Samba</strong><span style="font-weight: 400;">, de Marina Meliande e Felipe M. Bragança (HORS CONCOURS)</span></li>
</ul>
<p><strong>PREMIERE BRASIL HORS CONCOURS </strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>A Conspiração Condor</strong><span style="font-weight: 400;">, de André Sturm </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Anos 90: a Explosão do Pagode</strong><span style="font-weight: 400;">, de Emílio Domingos e Rafael Boucinha </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>As Vitrines</strong><span style="font-weight: 400;">, de Flavia Castro </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>(Des)controle</strong><span style="font-weight: 400;">, de Rosane Svartman e Carol Minêm</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>O Agente Secreto</strong><span style="font-weight: 400;">, de Kleber Mendonça Filho </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>O Homem de Ouro</strong><span style="font-weight: 400;">, de Mauro Lima </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Para Vigo me Voy</strong><span style="font-weight: 400;">, de Karen Harley e Lírio Ferreira</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Perrengue Fashion</strong><span style="font-weight: 400;">, de Flávia Lacerda </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Perto do Sol é Mais Claro</strong><span style="font-weight: 400;">, de Régis Faria </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Por Nossa Causa</strong><span style="font-weight: 400;">, de Sergio Rezende </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Querido Mundo</strong><span style="font-weight: 400;">, de Miguel Falabella e Hsu Chien </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Sexa</strong><span style="font-weight: 400;">, de Gloria Pires </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>90 Decibéis</strong><span style="font-weight: 400;">, de Fellipe Barbosa </span></li>
</ul>
<p><strong>PREMIERE BRASIL RETRATOS </strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Ary</strong><span style="font-weight: 400;">, de André Weller </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>As Dores do mundo: Hyldon</strong><span style="font-weight: 400;">, de Emílio Domingos e Felipe David Rodrigues </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Fernanda Abreu &#8211; Da Lata, 30 anos, o documentário</strong><span style="font-weight: 400;">, de Paulo Severo </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Fôlego – Até Depois do Fim</strong><span style="font-weight: 400;">, de Candé Salles </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Gláucio Gill – Um Teatro em Construção</strong><span style="font-weight: 400;">, de Lea Van Steen e Rafael Raposo</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Meu Tempo É Agora</strong><span style="font-weight: 400;">, de Sandra Werneck</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Milton Gonçalves, Além do Espetáculo</strong><span style="font-weight: 400;">, de Luiz Antonio Pilar </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Não Sei Viver Sem Palavras</strong><span style="font-weight: 400;">, de André Brandão </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Ninguém Pode Provar Nada: a Inacreditável História de Ezequiel Neves</strong><span style="font-weight: 400;">, de Rodrigo Pinto </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>O Brasil Que Não Houve &#8211; As Aventuras do Barão de Itararé no Reino de Getúlio Vargas</strong><span style="font-weight: 400;">, de Renato Terra e Arnaldo Branco </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Rei da Noite</strong><span style="font-weight: 400;">, de Cassu, Lucas Weglinski e Pedro Dumans </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Vou Tirar Você Desse Lugar</strong><span style="font-weight: 400;">, de Dandara Ferreira </span></li>
</ul>
<p><strong>PREMIERE BRASIL O ESTADO DAS COISAS </strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Cadernos Negros</strong><span style="font-weight: 400;">, de Joel Zito Araújo </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Com Causa</strong><span style="font-weight: 400;">, de Belisário Franca </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Do Outro Lado do Pavilhão</strong><span style="font-weight: 400;">, de Emilia Silveira </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Invencíveis</strong><span style="font-weight: 400;">, de Vitor Leite e Clarice Saliby </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Itacoatiaras</strong><span style="font-weight: 400;">, de Sergio Andrade e Patricia Goùvea </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Minha Terra Estrangeira</strong><span style="font-weight: 400;">, de João Moreira Salles, Louise Botkay e Coletivo Lakapoy </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Na Onda da Maré</strong><span style="font-weight: 400;">, de Lucia Murat </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>O Pai e o Pajé</strong><span style="font-weight: 400;">, de Iawarete Kaiabi, Felipe Tomazelli e Luís Villaça </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Pau d&#8217;Arco</strong><span style="font-weight: 400;">, de Ana Aranha </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Reconhecidos</strong><span style="font-weight: 400;">, de Fernanda Amim e Micael Hocherman</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Rua do Pescador nº 6</strong><span style="font-weight: 400;">, de Bárbara Paz</span></li>
</ul>
<p><strong>PREMIERE BRASIL MIDNIGHT MOVIES</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>A Própria Carne</strong><span style="font-weight: 400;">, de Ian SBF </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Copacabana, 4 de Maio</strong><span style="font-weight: 400;">, de Allan Ribeiro </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Futuro Futuro</strong><span style="font-weight: 400;">, de Davi Pretto </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Nosferatu</strong><span style="font-weight: 400;">, de Cristiano Burlan</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Quarto do Pânico</strong><span style="font-weight: 400;">, de Gabriela Amaral Almeida</span></li>
</ul>
<p><strong>PREMIERE BRASIL CLÁSSICOS</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>A Mulher de Todos</strong><span style="font-weight: 400;">, de Rogério Sganzerla </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Gêmeas</strong><span style="font-weight: 400;">, de Andrucha Waddington</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Hermeto Campeão</strong><span style="font-weight: 400;">, de Thomas Farkas</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Nossa Escola de Samba</strong><span style="font-weight: 400;">, de Manuel Horácio Gimenez</span></li>
</ul>
<p><strong>PREMIERE BRASIL GERAÇÃO </strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Aventuras de Makunáima &#8211; Histórias Encantadas da Amazônia</strong><span style="font-weight: 400;">, de Chico Faganello </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Criaturas – Uma Aventura entre Dois Mundos</strong><span style="font-weight: 400;">, de Juarez Precioso </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Papaya</strong><span style="font-weight: 400;">, de Priscilla Kellen </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Quatro Meninas</strong><span style="font-weight: 400;">, de Karen Suzane</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul</strong><span style="font-weight: 400;">, de Alê Camargo e Jordan Nugem</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Trago seu amor</strong><span style="font-weight: 400;">, de Claudia Castro </span></li>
</ul>
<p><strong>PREMIERE BRASIL SÉRIES</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Ângela Diniz: Assassinada e Condenada</strong><span style="font-weight: 400;">, de Andrucha Waddington</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Ayô</strong><span style="font-weight: 400;">, de Yasmin Thayná </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>De Menor</strong><span style="font-weight: 400;">, de Caru Alves de Souza</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Tremembé</strong><span style="font-weight: 400;">, de Vera Egito</span></li>
</ul>
<p><strong>COPRODUÇÕES BRASILEIRAS</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>La Quinta</strong><span style="font-weight: 400;">, de Silvina Schnicer (Argentina, Brasil, Chile, Espanha)</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>O Riso e a Faca</strong><span style="font-weight: 400;">, de Pedro Pinho (Portugal, Brasil, França, Romênia)</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>The Black Snake</strong><span style="font-weight: 400;">, de Aurélien Vernhes-Lermusiaux (França, Colômbia, Brasil)</span></li>
</ul>
<p><strong>PREMIERE BRASIL CURTAS</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Alice</strong><span style="font-weight: 400;">, de Gabriel Novis</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>DIU</strong><span style="font-weight: 400;">, de Camila Schincaglia</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Final 99</strong><span style="font-weight: 400;">, de Frederico Ruas</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Habitar o Tempo</strong><span style="font-weight: 400;">, de Cristiana Grumbach</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Jacaré</strong><span style="font-weight: 400;">, de Victor Quintanilha</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Laudelina e a Felicidade Guerreira</strong><span style="font-weight: 400;">, de Milena Manfredini</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Meu Amigo Satanás</strong><span style="font-weight: 400;">, de Aristeu Araújo e Carlos Segundo</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Miranha</strong><span style="font-weight: 400;">, de Zahy Tentehar e Luis Bolognesi</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>O Faz-Tudo</strong><span style="font-weight: 400;">, de Fabio Leal</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Os Quatro Exílios de Herbert Daniel</strong><span style="font-weight: 400;">, de Daniel Favaretto</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Peixe Morto</strong><span style="font-weight: 400;">, de João Fontenele</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Quando Eu For Grande?</strong><span style="font-weight: 400;">,</span> <span style="font-weight: 400;">de Mano Cappu</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Replika</strong><span style="font-weight: 400;">, de Piratá Waurá e Heloisa Passos</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Safo</strong><span style="font-weight: 400;">, de Rosana Urbes</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Sebastiana</strong><span style="font-weight: 400;">, de Pedro de Alencar</span></li>
</ul>
<p><strong>PREMIERE BRASIL NOVOS RUMOS CURTAS</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Brasa</strong><span style="font-weight: 400;">, de Diane Maia </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>João-de-Barro</strong><span style="font-weight: 400;">, de Daniel Jaber e Lu Damasceno </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Klaustrofobia</strong><span style="font-weight: 400;">, de João Londres </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Os Arcos Dourados de Olinda</strong><span style="font-weight: 400;">, de Douglas Henrique</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Ponto Cego</strong><span style="font-weight: 400;">, de Luciana Vieira e Marcel Beltrán </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Presépio</strong><span style="font-weight: 400;">, de Felipe Bibian</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Sandra</strong><span style="font-weight: 400;">, de Camila Márdila </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Sobre Ruínas</strong><span style="font-weight: 400;">, de Carol Benjamin </span></li>
</ul>
<p><strong>PREMIERE BRASIL O ESTADO DAS COISAS CURTAS</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>A Tragédia da Lobo Guará</strong><span style="font-weight: 400;">, de Kimberly Palermo</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Entre nós, vive o rio</strong><span style="font-weight: 400;">, de Day Rodrigues</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Réquiem para Moïse</strong><span style="font-weight: 400;">, de Susanna Lira e Caio Barretto Briso</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>São as Regras</strong><span style="font-weight: 400;">, de Flávia Vieira</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Tia Morgana</strong><span style="font-weight: 400;">, de Athena Sofia</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Vípuxovuko &#8211; Aldeia</strong><span style="font-weight: 400;">, de Dannon Lacerda</span></li>
</ul>
<p><strong>PREMIERE BRASIL PANORAMA CARIOCA DE CURTAS</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Crônicas Marginais</strong><span style="font-weight: 400;">, de Marcos Braz da Cruz Eleoterio </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Memória das Águas</strong><span style="font-weight: 400;">, de Catu Rizo</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>O Menino e as Borboletas Zumbis</strong><span style="font-weight: 400;">, de Pê Moreira e Thomas Argos</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Teia</strong><span style="font-weight: 400;">, de Claudia Castro</span></li>
</ul>
<p><strong>PREMIERE BRASIL HORS CONCOURS CURTAS</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Coração Bandeja</strong><span style="font-weight: 400;">, de Jonas Araújo </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Memórias com Vista pro Mar</strong><span style="font-weight: 400;">, de Marton Olympio </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Samba Infinito</strong><span style="font-weight: 400;">, de Leonardo Martinelli</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Transferências</strong><span style="font-weight: 400;">, de Gabriel Edel</span></li>
</ul>
<p><strong>PREMIERE BRASIL RETRATOS &#8211; CURTAS</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Eunice Gutman Tem Histórias</strong><span style="font-weight: 400;">, de Lucas Vasconcelos</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Marina Colasanti, Entre a Sístole e a Diástole</strong><span style="font-weight: 400;">, de Alessandra Colasanti</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><strong>Sem a Mida Não Dá</strong><span style="font-weight: 400;">, de Pedro Carvana e Raoni Seixas </span></li>
</ul>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Quatro títulos da Vitrine Filmes, um da O2 Play e um da Downtown/Paris estão no shortlist do Oscar 2026</title>
		<link>https://exibidor.peakstudio2.dev/2025/09/08/quatro-titulos-da-vitrine-filmes-um-da-o2-play-e-um-da-downtown-paris-estao-no-shortlist-do-oscar-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 17:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Finalista que irá disputar uma indicação ao prêmio de Melhor Filme Internacional será divulgado no próximo dia 15</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><strong>Academia Brasileira de Cinema </strong><span style="font-weight: 400;">anunciou hoje (8) a shortlist com os seis longas-metragens pré-selecionados para representar o Brasil no </span><strong>Oscar 2026</strong><span style="font-weight: 400;">. No dia 15 de setembro, próxima segunda-feira, a comissão de seleção escolherá o filme que disputará uma indicação à vaga na categoria Melhor Filme Internacional na maior premiação de cinema do mundo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dos títulos selecionados, quatro são da </span><strong>Vitrine Filmes</strong><span style="font-weight: 400;">: </span><strong>Baby</strong><span style="font-weight: 400;">, de Marcelo Caetano; </span><strong>Kasa Branca</strong><span style="font-weight: 400;">, de Luciano Vidigal; </span><strong>O Agente Secreto</strong><span style="font-weight: 400;">, de Kleber Mendonça Filho; e </span><strong>O Último Azul</strong><span style="font-weight: 400;">, de Gabriel Mascaro. Os outros dois longas são </span><strong>Manas (Downtown/Paris)</strong><span style="font-weight: 400;">, de Marianna Brennand; e </span><strong>Oeste Outra Vez (O2 Play)</strong><span style="font-weight: 400;">, de Erico Rassi. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao todo, 16 longas-metragens foram inscritos e habilitados para concorrer à vaga. Confira as sinopses dos seis selecionados:</span></p>
<p><strong>BABY | Vitrine Filmes</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; Depois de ser liberado de um centro de detenção juvenil, Wellington, de 18 anos, se vê sozinho e perdido nas ruas de São Paulo, sem nenhum contato com seus pais e sem recursos para reconstruir sua vida. Ele encontra Ronaldo, um homem maduro, que o ensina novas formas de sobrevivência. Gradualmente, a relação entre os dois se transforma em uma paixão conflituosa. </span></li>
</ul>
<p><strong><strong><br /></strong></strong></p>
<p><strong>KASA BRANCA | Vitrine Filmes </strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; Dé é um adolescente negro da periferia da Chatuba, Rio de Janeiro, que recebe a notícia de que sua avó, Almerinda, está na fase terminal da doença de Alzheimer. Ele tem a ajuda de seus dois melhores amigos, Adrianim e Martins, para enfrentar o mundo e aproveitar os últimos dias de vida com ela.</span></li>
</ul>
<p><strong><strong><br /></strong></strong></p>
<p><strong>MANAS | Downtown/Paris</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; Narra a história de Marcielle/Tielle, uma jovem de 13 anos que vive na Ilha do Marajó (PA) junto ao pai, à mãe e a três irmãos. Ela cultua a imagem de Claudinha, sua irmã mais velha, que teria partido para bem longe após “arrumar um homem bom” nas balsas que passam pela região. Conforme amadurece, Tielle vê ruírem muitas das suas idealizações e se percebe presa entre dois ambientes abusivos. Preocupada com a irmã mais nova e ciente de que o futuro não lhe reserva muitas opções, ela decide confrontar a engrenagem violenta que rege a sua família e as mulheres à sua volta. </span></li>
</ul>
<p><strong><strong><br /></strong></strong></p>
<p><strong>O AGENTE SECRETO | Vitrine Filmes </strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; Thriller ambientado no Brasil de 1977. Na trama, Marcelo é um especialista em tecnologia que foge de um passado misterioso e volta ao Recife em busca de paz. Ele logo percebe que a cidade está longe de ser o refúgio que procura. </span></li>
</ul>
<p><strong><strong><br /></strong></strong></p>
<p><strong>O ÚLTIMO AZUL | Vitrine Filmes </strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; Tereza tem 77 anos, mora numa cidade industrializada na Amazônia e é convocada oficialmente pelo governo a se mudar para uma colônia habitacional compulsória. Lá, os idosos &#8220;desfrutam&#8221; de seus últimos anos de vida, enquanto a juventude produtiva do país trabalha sem se preocupar com os mais velhos. Antes do exílio forçado, ela embarca numa jornada pelos rios e afluentes da região para realizar um último desejo, algo que pode mudar seu rumo para sempre. </span></li>
</ul>
<p><strong><strong><br /></strong></strong></p>
<p><strong>OESTE OUTRA VEZ | O2 Play </strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; No sertão de Goiás, homens brutos que não conseguem lidar com suas fragilidades são constantemente abandonados pelas mulheres que amam. Tristes e amargurados, eles se voltam violentamente uns contra os outros.</span></li>
</ul>
<p><strong></p>
<p></strong></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Patrícia Barcelos assume posição na Diretoria Colegiada da Ancine</title>
		<link>https://exibidor.peakstudio2.dev/2025/09/08/patricia-barcelos-assume-posicao-na-diretoria-colegiada-da-ancine/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nova diretora fez parte do Conselho Superior do Cinema e integrou o Comitê Gestor do FSA</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">
<p><span style="font-weight: 400;">A jornalista e gestora pública Patrícia Barcelos tomou posse na última sexta-feira (5) como a mais nova diretora da Ancine. Nomeada por Decreto Presidencial publicado no último dia 2, ela passa a ocupar a vaga deixada por Tiago Mafra, cujo mandato se encerrou em setembro de 2024. Patrícia Barcelos traz para a Diretoria Colegiada da Agência uma trajetória que une experiência acadêmica, cultural e de gestão pública.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Graduada em jornalismo e com doutorado em educação, foi coordenadora do curso técnico em Produção de Áudio e Vídeo do Instituto Federal de Brasília &#8211; IFB. Sua carreira inclui passagens como Secretária-Executiva e Secretária Nacional de Promoção e Defesa de Direitos Humanos na Presidência da República (2012–2015). Mais recentemente, atuava no Ministério da Educação como Diretora de Políticas e Regulação da Educação Profissional e Tecnológica, onde colaborou para projetos voltados ao fortalecimento da produção cultural, com especial atenção ao cinema e ao audiovisual.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Logo após a posse, a nova Diretora fez participação na Reunião de Diretoria Colegiada da Ancine, reforçando seu compromisso com os trabalhos em andamento e com o fortalecimento do setor audiovisual brasileiro.</span></p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Paramount e Legendary oficializam acordo de distribuição e &#8220;Street Fighter&#8221; será a primeira produção da parceria</title>
		<link>https://exibidor.peakstudio2.dev/2025/09/05/paramount-e-legendary-oficializam-acordo-de-distribuicao-e-street-fighter-sera-a-primeira-producao-da-parceria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 20:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<guid isPermaLink="false"></guid>

					<description><![CDATA[<p>Acordo dará um novo gás para a Paramount atingir seu objetivo de levar até 20 filmes por ano aos cinemas</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O que era apenas um rumor há cerca de duas semanas agora é oficial: </span><a href="../../../../noticias/mercado/14904-legendary-e-paramount-negociam-acordo-para-a-distribuicao-de-filmes-nos-cinemas"><span style="font-weight: 400;">a </span><strong>Paramount</strong><span style="font-weight: 400;"> oficializou um acordo para distribuir os filmes da </span><strong>Legendary</strong><span style="font-weight: 400;"> nos cinemas</span></a><span style="font-weight: 400;"> por três anos! O primeiro fruto da nova parceria será </span><strong>Street Fighter</strong><span style="font-weight: 400;">, com lançamento previsto para 16 de outubro de 2026, e dá sequência a uma série de movimentações feitas pela </span><strong>Paramount</strong><span style="font-weight: 400;"> após </span><a href="../../../../noticias/mercado/14880-novela-com-final-feliz-fusao-envolvendo-paramount-e-skydance-e-assinada-apos-20-meses-de-negociacoes"><span style="font-weight: 400;">a conclusão da fusão com a </span><strong>Skydance</strong></a><span style="font-weight: 400;">. As informações são dos portais </span><strong>The Hollywood Reporter</strong><span style="font-weight: 400;"> e </span><strong>IndieWire</strong><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os últimos meses, aliás, estão sendo bastante agitados para a </span><strong>Paramount</strong><span style="font-weight: 400;">. Além de ter reforçado sua equipe com </span><a href="../../../../noticias/mercado/14861-josh-greenstein-deixa-presidencia-da-sony-para-assumir-cargo-na-paramount-apos-venda-para-a-skydance"><span style="font-weight: 400;">Josh Greenstein, ex-presidente da </span><strong>Sony</strong></a><span style="font-weight: 400;">, a distribuidora também fechou acordos com os irmãos Duffer, criadores de </span><strong>Stranger Things</strong><span style="font-weight: 400;">, com a franquia </span><strong>Call of Dutty</strong><span style="font-weight: 400;">, e com a </span><strong>Westbrook Inc.</strong><span style="font-weight: 400;">, de Will Smith, e ainda adquiriu os direitos de transmissão do UFC por US$ 7,7 bilhões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O acordo com a </span><strong>Legendary</strong><span style="font-weight: 400;">, agora oficial, acontece após seu pacto de produção com a </span><strong>Sony</strong><span style="font-weight: 400;"> ter chegado ao fim no final de 2024. Vale destacar, porém, que apesar do acordo com a </span><strong>Paramount</strong><span style="font-weight: 400;">, franquias importantes da </span><strong>Legendary</strong><span style="font-weight: 400;"> como </span><strong>Duna</strong><span style="font-weight: 400;">, </span><strong>Godzilla e Kong</strong><span style="font-weight: 400;">, e uma eventual sequência de </span><strong>Um Filme Minecraft</strong><span style="font-weight: 400;"> continuarão a ser distribuídas pela </span><strong>Warner</strong><span style="font-weight: 400;">. Aliás, a sequência de </span><strong>Duna</strong><span style="font-weight: 400;"> tem previsão de lançamento para 2026 e </span><strong>Godzilla x Kong: Supernova</strong><span style="font-weight: 400;"> deverá chegar aos cinemas em 2027.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O acordo terá validade de três anos e, como dito anteriormente, a adaptação do game </span><strong>Street Fighter</strong><span style="font-weight: 400;">, sob direção de Kitao Sakurai, marcará o início da nova era. O filme que que já está em produção e sendo filmado para </span><strong>IMAX</strong><span style="font-weight: 400;"> se passa em 1993 para homenagear o popular Street Fighter II que chegou aos fliperamas naquele ano, e acompanha os lutadores Ryu e Ken quando são recrutados pela misteriosa Chun-Li para participarem do próximo Torneio Mundial de Guerreiros. Andrew Koji, Noah Centineo e Callina Liang estrelam o filme, que também conta com Joe &#8220;Roman Reigns&#8221; Anoa&#8217;i, David Dastmalchian, Cody Rhodes, Andrew Schulz, Eric André, Vidyut Jammwal, Curtis &#8220;50 Cent&#8221; Jackson e Jason Momoa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;A Legendary construiu uma reputação com filmes ambiciosos e de apelo global, e estamos entusiasmados com a parceria. ‘Street Fighter’ é o começo perfeito para a nossa colaboração, que acreditamos ser sólida e duradoura&#8221;, disseram Josh Greenstein e Dana Goldberg, responsáveis por liderar a </span><strong>Paramount Pictures</strong><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A oficialização do novo acordo, inclusive, aproxima a </span><strong>Paramount</strong><span style="font-weight: 400;"> de uma promessa feita por Greenstein e Goldberg quando a fusão com a </span><strong>Skydance</strong><span style="font-weight: 400;"> foi concluída. Atualmente a distribuidora lança uma média de 11 a 14 filmes por ano nos cinemas, e a dupla prometeu aumentar a produção para 15 filmes por ano e posteriormente para 20 filmes. Atualmente as prioridades da </span><strong>Paramount</strong><span style="font-weight: 400;"> são </span><strong>Top Gun 3</strong><span style="font-weight: 400;"> e os futuros filmes de </span><strong>Star Trek</strong><span style="font-weight: 400;">, então o acordo com a </span><strong>Legendary</strong><span style="font-weight: 400;">, sem dúvidas, é um importante impulso para que a meta seja alcançada. Vale também destacar que a parceria também inclui direitos de streaming downstream, algo que a </span><strong>Sony</strong><span style="font-weight: 400;"> não possuía e o </span><strong>Paramount+</strong><span style="font-weight: 400;"> poderá usar esse impulso adicional.</span></p>
<p><strong><span style="font-weight: 400;">&#8220;A parceria com David, Dana e Josh e suas equipes na Paramount marca um novo capítulo empolgante para a Legendary, à medida que continuamos a perseguir uma estratégia de crescimento diversificada — expandindo nossa produção, construindo novas franquias e criando mais filmes para o público global. Esta parceria é uma oportunidade extraordinária, e estamos ansiosos para trabalhar em estreita colaboração com a Paramount em histórias que cativarão e inspirarão cinéfilos do mundo todo&#8221;, finalizou Josh Grode, CEO da </span><strong>Legendary</strong><span style="font-weight: 400;">.</span></strong></p>
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		<title>Com homenagem a Paulo Sérgio Almeida, Diamond Films solta os bichos nas campanhas de &#8220;Animais Perigosos&#8221; e &#8220;Zoopocalipse&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 19:58:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Distribuidora realizou seu tradicional roadshow no último dia 3 para apresentar os filmes ao mercado</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Na última quarta-feira (3), a </span><strong>Diamond Films</strong><span style="font-weight: 400;"> realizou um roadshow no Kinoplex Parque da Cidade, em São Paulo, para apresentar aos exibidores os filmes </span><strong>Animais Perigosos</strong><span style="font-weight: 400;"> e </span><strong>Zoopocalipse &#8211; Uma Aventura Animal</strong><span style="font-weight: 400;"> e suas respectivas campanhas de divulgação. A abertura ficou por conta do terror que chega aos cinemas no dia 18 de setembro, enquanto a animação que estreia no dia 25 do mesmo mês fechou o evento. A apresentação, vale destacar, foi em homenagem a Paulo Sérgio Almeida, </span><a href="../../../../noticias/mercado/14896-paulo-sergio-almeida-referencia-do-mercado-cinematografico-brasileiro-falece-aos-80-anos"><span style="font-weight: 400;">referência no setor audiovisual que faleceu no dia 14 de agosto</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Logo na abertura das apresentações, Vinicius Pagin, diretor-geral da distribuidora, fez questão de homenagear o fundador da </span><strong>Filme B</strong><span style="font-weight: 400;"> e dedicar o evento a ele. &#8220;Queria começar o evento de hoje o dedicando a um amigo nosso, de todos nós, ao Paulinho que nos deixou recentemente, e fazer uma homenagem a um cara que durante muitos e muitos anos de carreira foi uma das poucas vozes que conseguia proteger, cuidar, ou pensar nas três etapas dessa cadeia &#8211; que são produção, distribuição e exibição &#8211; com a mesma força e o mesmo cuidado. É uma pessoa que vai fazer muita falta e que nos ajudava a questionar as nossas verdades. Gostaria de dedicar esse evento de hoje ao Paulinho, em nome do time Diamond&#8221;, disse.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda antes de cada apresentação e exibição dos filmes, a </span><strong>Diamond</strong><span style="font-weight: 400;"> falou rapidamente sobre outras estreias e apresentou os trailers de </span><strong>Coração de Lutador &#8211; The Smashing Machine</strong><span style="font-weight: 400;"> (2 de outubro), que foi aplaudido por 15 minutos no Festival de Veneza, </span><strong>O Bom Bandido</strong><span style="font-weight: 400;"> (16 de outubro), </span><strong>Terror em Shelby Oaks</strong><span style="font-weight: 400;"> (30 de outubro), </span><strong>Para Sempre Minha</strong><span style="font-weight: 400;"> (13 de novembro) e </span><strong>Soldado de Chumbo</strong><span style="font-weight: 400;"> (27 de novembro).</span></p>
<p><strong>ANIMAIS PERIGOSOS | 18 de setembro</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro filme apresentado ao público foi </span><strong>Animais Perigosos</strong><span style="font-weight: 400;">, produção que esteve presente no Festival de Cannes em uma categoria que fala sobre novos diretores, novas ideias e novos talentos. Além do sucesso em um grande festival, o longa dirigido por Sean Byrne, que chega ao Brasil em versões dublada e legendada, tem uma excelente recepção de críticas no Rotten Tomatoes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;&#8216;Animais Perigosos&#8217; foi um filme que a Diamond comprou no ano passado após assistir apenas cinco minutos do filme. Sabíamos que era muito comercial e tinha muito potencial para as salas de cinema do Brasil. É um filme que traz dois gêneros que se misturam, o gênero de serial killer e o gênero de tubarões. É uma jornada de sobrevivência da nossa protagonista que traz bastante angústia, aflição e muitos pontos de virada. Acreditamos que é um filme super popular que com certeza vai ter mais de 90% do resultado na versão dublada e funciona para todos os cinemas e todos os públicos&#8221;, destacou Pagin.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na sequência, foi a vez de Cassiano Quirino, diretor de marketing da </span><strong>Diamond,</strong><span style="font-weight: 400;"> detalhar um pouco a campanha de divulgação do filme. O executivo falou sobre a tradição da distribuidora em montar kits e presentes atrativos para influenciadores e destacou a facilidade em trabalhar com um filme direcionado para todos os públicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;É um filme fácil de trabalhar e não tem muito mistério [em como fazer]. É terror, agonia, desespero e correria que envolvem o público porque é um filme adrenalizante para todo mundo. É uma campanha grande porque obviamente o objetivo é falar com muita gente e estamos falando de um potencial comercial muito grande. Temos ícones do cinema como tubarão e serial killer e estamos muito empolgados com a campanha e todas as métricas que olhamos nas redes sociais&#8221;, comemorou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os press kits enviados para influenciadores foram detalhados por Amanda Ventura, gerente de marketing da distribuidora, e contam com um pijama de tubarão, uma handycam, e um anzol com pedaço de cabelo que faz referência a algo muito importante no filme.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Nossos press kits são um sucesso e recebemos muitas mensagens todos os dias de gente querendo nossos brindes e as pessoas elogiam muito. Dessa vez criamos uma experiência para marcar o primeiro impacto do influenciar e ele vai poder encarnar o próprio tubarão e se vestir com um pijama de tubarão. Também tem uma handycam que tem tudo a ver com o filme e está super na moda porque agora é legal ser vintage. Juntamos vários elementos que vão causar sensações&#8221;, explicou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de 60 press kits enviados, a campanha de divulgação conta com um exército de 21 influenciadores de terror que somam mais de 57,3 milhões de seguidores, cabines de imprensa em nove capitais, conteúdos exclusivos nos sites Omelete, Cine Pop e Adoro Cinema, e investimento em ações no TikTok Ads, Meta e Google Ads.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A &#8220;cereja do bolo&#8221;, entretanto, ficou para o final da apresentação quando Quirino revelou ações promocionais com o grupo Tchakabum, responsável pelo hit &#8220;Onda Onda&#8221; no início dos anos 2000.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;É uma campanha muito legal e até fizemos a piada de que não iríamos chutar essa bola, mas a gente chutou. É a piada do Tchakabum que andou na prancha e o tubarão vai te pegar. Estava ali e a gente faz de tudo para vender o filme e passamos pela experiência de aprovar o Tchakabum. No final, ficou muito bom e temos o Tchakabum na campanha, tanto em mídia quanto em conteúdo, e nos cinemas eles também gravaram um clipe para vocês. Piadas à parte, a gente tem feito muito isso e usado algumas pessoas que tem muito a ver com muitos dos filmes que temos para tornar o anúncio mais atrativo, e quando trazemos uma coisa da cultura pop as pessoas reconhecem e conseguimos converter bastante. Eles também ficaram bem felizes em participar da campanha e ficou muito legal&#8221;, encerrou.</span></p>
<p><strong>ZOOPOCALIPSE &#8211; UMA AVENTURA ANIMAL | 25 de setembro</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após o almoço, antes de passar a bola para Cassiano Quirino, Pagin ressaltou que </span><strong>Zoopocalipse</strong><span style="font-weight: 400;"> conta com uma dupla de diretores que trabalhou muitos anos com Carlos Saldanha e também na </span><strong>Pixar</strong><span style="font-weight: 400;">, o que deixa a </span><strong>Diamond</strong><span style="font-weight: 400;"> bastante confiante no sucesso da animação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na sequência foi a vez do diretor de marketing destacar, mais uma vez, a facilidade em trabalhar a campanha de divulgação do filme, antes de enaltecer o potencial e alcance de Ed Gama e Viih Tube, escalados como dubladores principais da animação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;’Zoopocalipse’ também é um filme fácil de falar e fácil de entender para o público final. É uma animação muito bem feita e engraçadinha, e fomos buscar dubladores que causariam um &#8216;boom&#8217;. Trouxemos a Viih Tube, que é um fenômeno da internet, e com ela conseguimos ativar uma série de pessoas e influenciadores que são muito grandes no universo infantil. O Ed Gama também é um nome que traz muito resultado na internet e TV aberta e eles dublam os personagens principais do filme e estão muito envolvidos na campanha. O Ed tem um toque de humor muito específico e trouxemos ele para um personagem muito importante no filme. Ele deu um toque muito legal para o personagem&#8221;, disse.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Amanda Ventura também destacou que o trailer do filme, lançado especificamente para o Instagram com Viih Tube, que possui mais de 33 milhões de seguidores, atingiu 1,5 milhão de pessoas de forma orgânica. &#8220;Isso mostra o quanto a Viih Tube é uma potência na internet e como ela fala com muita gente e se comunica com muitos pais e famílias. Ela é uma referência para os pais, para os jovens e para as famílias. Temos greetings para as redes sociais em que ela menciona o nome dos exibidores e fala da importância de ir ao cinema&#8221;, explicou sobre o papel da influenciadora que faz seu primeiro trabalho como dubladora na campanha do filme.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os materiais de divulgação nas redes sociais, aliás, tiveram um alcance de mais de 1,6 milhão com mais de 40 mil curtidas, em uma recepção bastante positiva por parte do público. Além disso, </span><strong>Zoopocalipse </strong><span style="font-weight: 400;">conta com um time de influenciadores que falam diretamente com as crianças e crianças que falam com os pais que somados possuem mais de 70 milhões de seguidores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também serão realizadas sessões antecipadas do filme para imprensa e influenciadores em nove capitais, entrevistas e conteúdos especiais com Viih Tube e Ed Gama em diversos veículos de imprensa, investimentos em TikTok Ads, Meta e Google Ads, e uma parceria com a Kids Corp, que é um canal que fala diretamente com crianças.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em relação aos press kits destinados aos influenciadores, serão enviados um total de 50 que propõe que pais e filhos tenham momentos juntos e façam atividades com pinturas, quebra-cabeça, smile e alguns jogos. Antes da exibição do filme, Ventura ainda destacou uma ação promocional com o Zoológico de São Paulo em que serão colocadas imagens do filme em pontos específicos e serão distribuídos ingressos de sustentação em uma ação promocional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;É um filme que todo mundo adora, tem personagens fofinhos e acredito muito nesse projeto que é uma opção muito boa para as famílias. Já começamos a fazer essa campanha há algum tempo e já estamos trabalhando, então temos uma possibilidade muito grande de fazer um resultado muito expressivo&#8221;, encerrou Quirino.</span></p>
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